Uma mulher foi morta a facadas na noite de sexta-feira, 13, no bairro Viegas, em Camaquã, na Região Sul do Rio Grande do Sul. O caso é tratado como feminicídio e representa o 22º registro desse tipo de crime no Estado somente em 2026.
A vítima foi identificada como Angélica Inês Strelow, de 28 anos. De acordo com a Polícia Civil, o suspeito do crime é o ex-companheiro dela, que foi preso em flagrante. Os dois estavam separados havia cerca de três anos.
O ataque ocorreu por volta das 23h30min dentro do imóvel onde a vítima estava. Conforme a Polícia Civil, no momento do crime estavam no local as duas filhas do casal, de 11 e 6 anos, além de outras três crianças.
Equipes do Instituto-Geral de Perícias foram acionadas e realizaram os levantamentos no local.
Em nota, a Prefeitura de Camaquã manifestou pesar pela morte de Angélica e classificou o caso como um ato brutal de violência contra a mulher. A administração municipal também afirmou que seguirá reforçando políticas públicas voltadas à segurança e à proteção das mulheres.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil.
Confira nota divulgada pela Prefeitura de Camaquã:
“A Prefeitura de Camaquã manifesta profundo pesar e indignação diante do trágico falecimento de Angélica Inês Strelow, camaquense e mãe, vítima de mais um ato brutal de violência contra a mulher.
A perda de Angélica representa não apenas uma dor imensurável para seus familiares e amigos, mas também um golpe para toda a nossa comunidade. Nenhuma mulher deve perder a vida por ser mulher. O feminicídio é uma violência inaceitável que precisa ser combatida com firmeza por toda a sociedade.
Neste momento de dor, nos solidarizamos com a família, amigos e com todos que sofrem com essa perda irreparável, ao mesmo tempo em que reafirmamos a importância de que crimes como este sejam rigorosamente investigados e punidos com todo o peso da lei.
A Prefeitura de Camaquã também reforça seu compromisso com a segurança da população e, em especial, com a proteção das mulheres. Nesse sentido, o município tem avançado na estruturação de políticas públicas, como a criação da Secretaria de Segurança e Mobilidade Urbana, que atuará em conjunto com as demais forças de segurança no fortalecimento das ações de prevenção e combate à violência.
Que a memória de Angélica seja também um chamado coletivo para fortalecer a luta contra a violência e pela proteção da vida das mulheres.”
Fonte: Correio do povo


















