Governador Eduardo Leite permanece no cargo e não vai concorrer em 2026

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Foto: Site SB News

 

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), decidiu permanecer no cargo e não vai disputar as eleições de 2026. Ele chegou a ensaiar uma candidatura ao Senado e também buscou a indicação do partido para concorrer à Presidência da República, mas acabou preterido por Ronaldo Caiado.

Sem espaço na disputa nacional, Leite recuou das articulações e optou por seguir à frente do governo do Estado até o fim do mandato. O prazo de desincompatibilização — exigido para quem pretende concorrer — se encerrou no último sábado (4).

Leite está entre os sete governadores que decidiram concluir seus mandatos e não renunciaram para participar da eleição. Também permanecem nos cargos Paulo Dantas (MDB), em Alagoas; Carlos Brandão (sem partido), no Maranhão; Ratinho Júnior (PSD), no Paraná; Fátima Bezerra (PT), no Rio Grande do Norte; Marcos Rocha (PSD), em Rondônia; e Wanderlei Barbosa (Republicanos), no Tocantins.

Esses governadores estão em segundo mandato consecutivo e, pela legislação eleitoral, não podem disputar a reeleição. Ainda assim, poderiam concorrer a outros cargos, o que não ocorreu neste caso.

Por outro lado, oito governadores deixaram os cargos e devem disputar uma vaga no Senado: Gladson Cameli (PP), no Acre; Wilson Lima (União), no Amazonas; Ibaneis Rocha (MDB), no Distrito Federal; Renato Casagrande (PSB), no Espírito Santo; Mauro Mendes (União), em Mato Grosso; Helder Barbalho (MDB), no Pará; João Azevêdo (PSB), na Paraíba; e Antonio Denarium (PP), em Roraima.

Também deixou o cargo o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), que pretende disputar o Senado, mas está inelegível até 2030 e deve concorrer sub judice.

Além disso, outros governadores deixaram os cargos com foco em disputas diferentes, como a Presidência da República. É o caso de Ronaldo Caiado (PSD), em Goiás, e Romeu Zema (Novo), em Minas Gerais.

Já outros nove governadores permanecem no cargo porque devem disputar a reeleição, o que não exige afastamento. São eles: Clécio Luís (União), no Amapá; Jerônimo Rodrigues (PT), na Bahia; Elmano de Freitas (PT), no Ceará; Eduardo Riedel (PP), em Mato Grosso do Sul; Raquel Lyra (PSD), em Pernambuco; Rafael Fonteles (PT), no Piauí; Jorginho Mello (PL), em Santa Catarina; Tarcísio de Freitas (Republicanos), em São Paulo; e Fábio Mitidieri (PSD), em Sergipe.

O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro. Caso nenhum candidato alcance a maioria dos votos válidos, haverá segundo turno no dia 25, para os cargos de presidente e governador.

Fonte: Solaris

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