A taxa de desemprego ficou em 5,4% no trimestre encerrado em janeiro e se manteve estável em comparação com o período imediatamente anterior, encerrado em outubro de 2025. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Trimestral, divulgada nesta quinta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Conforme o levantamento, o número de desempregados no Brasil é de 5,9 milhões de pessoas. No ano passado, o número foi de 6,2 milhões, segundo o instituto. Já a população ocupada — total de trabalhadores do país — ficou em 102,7 milhões.
Em igual período do ano anterior, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 6,5%. No trimestre móvel até dezembro, a taxa de desocupação estava em 5,1%.
Outros dados
A taxa de trabalhadores informais apresentou uma leve queda. No trimestre encerrado em outubro, o índice chegou a 37,5% — ligeiramente menor do que a do trimestre móvel anterior (37,8%) e inferior a do mesmo período do ano passado (38,4%).
A renda média real do trabalhador chegou a R$ 3.652, o valor mais alto da série histórica iniciada em 2012. O resultado representa um crescimento de 2,8% no trimestre e 5,4% no ano.
Já a massa de renda real habitual paga aos trabalhadores ocupados também atingiu um recorde, somando R$ 370,3 bilhões. O número representa uma alta de 2,9% em relação no trimestre e 7,3% no ano.
Em números
- Taxa de desocupação: 5,4%
- População desocupada: 5,9 milhões
- População ocupada: 102,7 milhões
- População fora da força de trabalho: 63,3 milhões
- População desalentada: 2,7 milhões
- Empregados com carteira assinada: 39,4 milhões
- Empregados sem carteira assinada: 13,4 milhões
- Trabalhadores por conta própria: 26,2 milhões
- Trabalhadores informais: 38,5 milhões
- Taxa de informalidade: 37,5%
Fonte: GZH

















