Além das revelações sobre o meio jurídico, o programa trouxe à tona novos registros obtidos em parceria com o Portal Léo Dias. Os vídeos mostram os mesmos jovens envolvidos no caso do cão Orelha provocando arruaças pelas ruas e tentando invadir festas, demonstrando um histórico de comportamento agressivo e intimidador. Em um dos vídeos, é possível notar o tom de deboche e agressividade dos rapazes contra seguranças e pessoas que tentavam impedir suas ações.
Diante dessas novidades, o movimento para que o caso seja federalizado ganhou ainda mais força. A justificativa de especialistas e ativistas é que, devido ao impedimento de magistrados locais por questões de parentesco — como ocorreu com uma juíza que demorou uma semana para se declarar impedida —, a justiça estadual pode não ter condições de oferecer um julgamento isento. A transferência para a instância federal é vista agora como a única saída para garantir que a influência familiar não barre a punição dos responsáveis pela morte do animal.
Fonte: Band.com

















