Médico é preso por suspeita de estupro de vulnerável contra menina de 12 anos durante atendimento no RS

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Foto: Reprodução - Policia Civil

Um cirurgião plástico de 73 anos foi preso preventivamente pela Polícia Civil nesta sexta-feira (6) em Campo Bom, no Vale do Sinos, pela suspeita de praticar estupro de vulnerável durante um atendimento médico contra uma adolescente de 12 anos. O nome dele não foi divulgado.

De acordo com o delegado Maurício Barison, titular da Delegacia de Polícia de Proteção à Criança e ao Adolescente de Canoas (DPCA), o caso aconteceu em um hospital público de Canoas, em novembro do ano passado.

A investigação apontou que a menina foi levada pela mãe ao atendimento médico em razão de um corte acidental que havia sofrido em casa, na região do braço. No local, o homem se apresentou como médico cirurgião plástico e afirmou que prestaria o atendimento à adolescente.

— Informações dão conta de que o investigado, médico, aparentava estar alcoolizado, com odor e hálito etílico. Durante o atendimento, o suspeito, por inúmeras vezes, fazia comentários inadequados direcionados ao aspecto físico da vítima e passava suas mãos, de modo inapropriado, nas pernas da adolescente, apesar de não haver ferimentos naquelas partes do corpo — explicou o delegado.

Registro parcialmente suspenso

Conforme a polícia, o homem possui registros anteriores por crimes de natureza sexual supostamente cometidos no exercício da profissão. Em 2021, ele chegou a ser preso por crimes desta natureza e atualmente responde por dois processos judiciais por fatos semelhantes.

Ainda segundo a Polícia Civil, o registro profissional do investigado está sob suspensão parcial no Conselho Federal de Medicina (CFM), além disso, em razão dos processos criminais, o investigado está com restrições judiciais no exercício da profissão.

A prisão aconteceu quando o homem se dirigia até um consultório para realizar uma cirurgia estética em um paciente. Segundo a polícia, a medida busca resguardar as vítimas durante o andamento da investigação.

Fonte: GZH 

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