Porto Alegre registrou o primeiro caso de 2026 de mpox. A pessoa infectada reside na Capital, mas se infectou fora do Estado. A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) não deu mais detalhes do perfil do paciente. Em 2025, foram confirmados 11 casos de mpox em Porto Alegre.
A doença, no passado, foi conhecida como varíola dos macacos. Ela é transmitida principalmente pelo contato direto com lesões na pele, secreções respiratórias e saliva.
Os sintomas da mpox surgem entre três e 16 dias após o contato com o vírus. Entre eles, estão:
- mal-estar
- fadiga
- febre
- dor de cabeça
- dor muscular
- aumento dos gânglios linfáticos, principalmente na região do pescoço
- lesões cutâneas
A SMS divulgou nesta segunda-feira (16) recomendação — voltada ao período de Carnaval — para que se evite contato íntimo ou físico prolongado com pessoas que apresentem lesões suspeitas na pele.
Pessoas com sintomas não devem frequentar blocos nem manter contato sexual ou íntimo. O período de incubação varia de três a 21 dias, com média entre 10 e 16 dias. A orientação é manter atenção aos sinais após o feriado.
Prevenção
Outras medidas importantes para evitar a contaminação:
- Higienização das mãos: utilizar álcool em gel 70% com frequência, especialmente após tocar superfícies em locais públicos, usar transporte coletivo ou interagir com outras pessoas.
- Evitar o compartilhamento de objetos: não dividir copos, talheres, garrafas, cigarros, roupas ou toalhas.
- Uso de máscaras: em aglomerações muito densas, as máscaras podem oferecer proteção adicional, principalmente se houver circulação ativa do vírus.
- Sintomas: os primeiros sinais podem incluir febre, dor de cabeça, dores musculares, fraqueza e gânglios inchados (ínguas), seguidos de lesões na pele. Em caso de suspeita, é fundamental procurar atendimento de saúde, que orientará o isolamento domiciliar.
Fonte: GZH

















