Senado argentino aprova reforma trabalhista de Milei sob forte protesto em Buenos Aires

PUBLICIDADE

WhatsApp Image 2025-01-16 at 10.30.38
ms c
WhatsApp Image 2025-02-04 at 11.37.36
400x309_Rancho-Sao-Borja
Vitório
dr pablo
Supermercado Santa Rita
WhatsApp Image 2024-02-20 at 16.15.57
WhatsApp Image 2024-07-09 at 13.40.21
IMG_3484
Guilherme
WhatsApp Image 2025-08-29 at 13.09.35
Banner SBNews
WhatsApp Image 2025-12-08 at 12.04.19
Banner 500x500
WhatsApp Image 2026-01-15 at 13.55.29
Votação ocorreu em meio a violentos confrontos entre forças de segurança e manifestantes nos arredores do Congresso Foto : LUIS ROBAYO / AFP

O Senado da Argentina aprovou, na madrugada desta quinta-feira (11), o texto-base da polêmica reforma trabalhista impulsionada pelo presidente Javier Milei. Com 42 votos a favor e 30 contra, o projeto segue agora para a Câmara dos Deputados, onde o governo espera uma ratificação rápida até o final de fevereiro.

A votação ocorreu em meio a violentos confrontos entre forças de segurança e manifestantes nos arredores do Congresso, resultando em dezenas de detidos e feridos.

Eixos da reforma e críticas sindicais

O projeto ultraliberal prevê mudanças estruturais na relação entre patrão e empregado, incluindo a redução de indenizações por demissão, limitações ao direito de greve e a possibilidade de fracionamento de férias e pagamentos em espécie.

Enquanto o governo defende que as medidas visam “simplificar” o mercado para gerar crescimento no setor privado, a Confederação Geral do Trabalho (CGT) classifica as alterações como “regressivas e escravistas”, alertando para a precarização dos postos de trabalho.

Impacto econômico e perda de empregos

A oposição peronista argumenta que a reforma não garantirá investimentos enquanto persistir a estagnação econômica e a queda no consumo. Desde a posse de Milei em dezembro de 2023, a Argentina perdeu cerca de 300 mil postos de trabalho formais, com perdas acentuadas nos setores industrial e de construção. Senadores governistas, liderados por Patricia Bullrich, sustentam que o sistema atual fracassou e que a nova legislação é o único caminho para uma “Argentina moderna”.

Para garantir a aprovação antes da abertura das sessões ordinárias em 1º de março, o governo negociou cerca de 30 modificações no texto original. Na Câmara dos Deputados, a bancada de oposição promete obstruir o debate para impedir a implementação da lei.

Enquanto isso, setores mais combativos do sindicalismo pressionam por uma greve geral, criticando a postura da CGT diante do que consideram uma afronta aos direitos históricos da classe trabalhadora.

Fonte: Correio do povo

Mais recentes

PUBLICIDADE

WhatsApp Image 2025-12-08 at 12.04.19
WhatsApp Image 2025-01-16 at 10.30.38
dr pablo
WhatsApp Image 2024-02-20 at 16.15.57
Banner 500x500
Rolar para cima