Cury terminou o primeiro turno na terceira colocação, com aproximadamente 3,44 milhões de votos, o equivalente a 2,89% dos votos válidos. Inicialmente, havia afirmado que permaneceria em silêncio sobre a disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, mas mudou de posição após as negociações.
Segundo informações divulgadas pela imprensa nacional, o entendimento foi firmado após uma conversa de mais de uma hora. Flávio assinou um documento que estabelece compromissos nas áreas de educação, saúde, economia, proteção às mulheres e pacificação nacional.
Entre as propostas estão a valorização dos professores, a ampliação do ensino em tempo integral, a expansão da telemedicina pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o incentivo aos pequenos empreendedores e a defesa de uma reforma constitucional para acabar com a reeleição presidencial.
O documento também estabelece que o apoio não representa uma adesão incondicional à candidatura. A confiança de Cury está vinculada ao cumprimento dos compromissos assumidos, ao respeito às instituições democráticas e à responsabilidade fiscal. Conforme o termo, não houve negociação de cargos ou vantagens pessoais.
A decisão representa uma mudança de posicionamento do escritor, que durante a campanha criticou a polarização política e apresentou sua candidatura como uma alternativa aos dois principais grupos que disputam o poder no país.
Com o anúncio, Cury se junta a outros candidatos derrotados no primeiro turno que decidiram apoiar Flávio Bolsonaro, entre eles Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo).
A formalização pública do apoio está prevista para ocorrer até sexta-feira (9). O segundo turno das eleições presidenciais será realizado em 25 de outubro.
Fonte: SB News

















