A Polícia Civil do Rio Grande do Sul concluiu que não houve prática criminosa por parte do influenciador Dionísio Agostinho Schaffer, investigado por suspeitas envolvendo valores arrecadados via Pix durante campanhas solidárias nas enchentes de 2024. A apuração, conduzida pela Delegacia de Polícia de Santo Cristo, foi encerrada sem indiciamento por ausência de indícios de irregularidade.
O caso ganhou grande repercussão nas redes sociais após uma série de publicações levantar dúvidas sobre a destinação dos valores arrecadados. As denúncias, encaminhadas ao Ministério Público, questionavam principalmente o uso de doações feitas via Pix e a transparência na aplicação dos recursos.
De acordo com o relatório final do inquérito, a campanha “Corrente do Bem” arrecadou R$ 148.989,55. Conforme a investigação, todo o valor foi destinado às pessoas atingidas pelas cheias, por meio da compra de produtos e serviços. A Polícia Civil também apontou que houve ações para dar transparência à iniciativa, incluindo a realização de uma audiência pública com participação de lideranças.
No documento, o delegado responsável afirma que “não se verifica qualquer irregularidade que justifique o indiciamento do investigado”, destacando ainda a ausência de elementos que indiquem responsabilização criminal. O relatório também menciona o esforço do influenciador em auxiliar pessoas afetadas pela tragédia climática.
Com a conclusão do inquérito, a Polícia Civil encerra o caso sem responsabilização penal, afastando as suspeitas que circularam nas redes sociais sobre suposto uso indevido de valores arrecadados via Pix.
Fonte: Site SB News


















