O empresário e músico Cleiton de Oliveira Santos, de 44 anos, morreu na madrugada desta sexta-feira (7) após ser sequestrado durante um assalto à residência da família, em Guarani das Missões, no Noroeste do Rio Grande do Sul. Ele era mantido como refém dentro da Chevrolet Equinox da família quando o veículo, conduzido pelos criminosos durante a fuga, capotou e incendiou na BR-392, próximo ao trevo de acesso a Cerro Largo. Cleiton e um dos assaltantes morreram carbonizados.
De acordo com as informações iniciais, cinco criminosos invadiram a residência da família no início da madrugada. Os assaltantes renderam e amarraram os moradores e levaram Cleiton como refém. Em seguida, o grupo foi até a óptica e joalheria de propriedade do empresário, que possui unidades em municípios da região.
Ao perceberem que as forças de segurança já haviam sido acionadas, os criminosos fugiram utilizando a Chevrolet Equinox pertencente à família. Durante a perseguição policial, o veículo saiu da pista, capotou e foi tomado pelas chamas às margens da BR-392, nas proximidades do trevo principal de Cerro Largo.
No automóvel estavam quatro assaltantes e o empresário, que permanecia como refém. Cleiton e um dos criminosos morreram carbonizados no local. Os outros três suspeitos conseguiram deixar o veículo após o acidente, mas foram localizados e presos pelas forças de segurança. Eles sofreram ferimentos graves e foram encaminhados para atendimento hospitalar.
Durante a mobilização policial, uma viatura da Brigada Militar que participava da perseguição também se envolveu em um acidente em Guarani das Missões. O motorista perdeu o controle da direção e o veículo atingiu uma residência, causando danos ao imóvel. Até o momento, não há informações sobre moradores feridos.
Além de atuar no ramo de óptica e joalheria, Cleiton de Oliveira Santos era conhecido na região por sua trajetória como músico.
A ocorrência mobilizou equipes da Brigada Militar, do Batalhão de Choque, da Polícia Rodoviária Federal, da Polícia Civil e do Instituto-Geral de Perícias (IGP), que investigam as circunstâncias do assalto, do sequestro e da fuga dos criminosos.
Fonte: Site SB News, com informações da Radio Missioneira


















