O professor brasileiro Danilo Neves Pereira, de 35 anos, foi encontrado morto nesta segunda-feira (20), em Buenos Aires, na Argentina. Segundo o jornal Clarín, ele estava internado no Hospital Ramos Mejía.
Pereira não era visto desde a última terça-feira (14), quando relatou, por mensagens, a alguns amigos que havia saído para um encontro. Ainda segundo o Clarín, o brasileiro morreu na quarta-feira (15), mas ainda não havia sido identificado.
O Itamaraty informou, ao g1, que o Consulado-Geral do Brasil em Buenos Aires está em contato com as autoridades locais. “No momento, está em curso o processo de autópsia e reconhecimento”, destacou a nota (leia a íntegra abaixo).
No dia em que desapareceu, o professor compartilhou com amigos que estaria em um aparamento no centro de Buenos Aires. Após não responder mais mensagens e nem compartilhar nada nas redes sociais, os amigos e familiares se mobilizaram para que ele fosse encontrado.
A Divisão de Pessoas Desaparecidas da Polícia de Buenos Aires investiga o caso e analisa imagens de câmeras de segurança da região.
Quem era Danilo Neves Pereira
O brasileiro residia sozinho em Buenos Aires havia seis meses. Ao jornal O Globo, Diego Machado, amigo de Danilo, relatou que ele defenderia sua tese de doutorado em um mês.
Danilo Neves Pereira atuou como professor de inglês durante 17 anos e também trabalhou no Centro de Línguas da Universidade Federal de Goiás (UFG).
Leia na íntegra a nota do Itamaraty
O Consulado-Geral do Brasil em Buenos Aires está em contato com as autoridades locais. No momento, está em curso o processo de autópsia e reconhecimento.
A atuação consular do Brasil pauta-se pela legislação internacional e nacional. Para conhecer as atribuições das repartições consulares do Brasil, recomenda-se consulta à seguinte seção do Portal Consular do Itamaraty: https://www.gov.br/mre/pt-br/assuntos/portal-consular/assistencia-consular.
Em atendimento ao direito à privacidade e em observância ao disposto na Lei de Acesso à Informação e no decreto 7.724/2012, o Ministério das Relações Exteriores não fornece informações sobre casos individuais de assistência a cidadãos brasileiros.
Fonte: GZH


















